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BISCOITOS

Certo dia uma moça estava à espera de seu vôo na sala de embarque de um aeroporto e como ela deveria esperar por pelo menos duas horas comprou um pacote de biscoitos e também resolveu comprar um livro para matar o tempo. Tão logo encontrou uma poltrona numa parte reservada do aeroporto, sentou-se para que pudesse descansar e ler em paz. Ao lado dela se sentou um homem e quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Ela pensou sozinha: - "Mas que 'cara de pau'". Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que nunca mais esquecesse. E a situação continuou. A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um. Aquilo à deixou tão indignada que ela não conseguiu reagir. Restava apenas um biscoito e ela pensou: - "O que será que o 'abusado' vai fazer agora?" Então o homem sorriu e dividiu o biscoito ao meio, dando a metade para ela. Aquilo à deixou totalmente irada e bufa...
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Ela embrulhou o vaso em uma folha de jornal, depois de tê-lo enchido com tantas...

Ela embrulhou o vaso em uma folha de jornal, depois de tê-lo enchido com tantas outras, e colocou com cuidado dentro da caixa. Era a caixa da TV que, por algum motivo, não haviam jogado fora, e que por meses guardou em silêncio tantas das coisas que foram perdendo significado com o passar dos dias: um chapéu comprado em Cancún, a garrafa de vinho que tomaram no terceiro aniversário, alguns badulaques colecionados em viagens sem fim; nada muito digno de continuar à mostra, mas que parecia errado simplesmente descartar. Ele observava fingindo indiferença, xícara em riste, enquanto a fumaça do café insistia em embaçar as lentes dos óculos. Dizer o quê? O tempo de falar já passara. Eles já deveriam ter conversado sobre suas manias, sobre seus incômodos, sobre seu futuro e também, por que não, sobre um ou outro assunto passado que, fosse por qual motivo fosse, ainda perturbava. Mas o cansaço dos dias amontoados uns sobre os outros, a quantidade de papéis para despachar, as reuniões até tard...
Vivendo e errando... Já notaram o tanto que erramos, bom pelo menos eu acho que erro bastante. Ha algum tempo atrás imaginava que chegaria um momento que meus erros diminuiriam drasticamente e a partir desse ponto eu não erraria tanto assim. Mais.... Acredito que possa até ter um fundo de verdade nessa historia, e analisando com bastante calma acho que vou errar por toda a vida, e isso indica que vou ter que aprender também por toda a vida, mesmo quanto tiver os meus 80 e lá vai pedrada ainda vou carregar próximo a minha bengala um montão de erros... Então vamos lá pense comigo " Se a vida é feita de erros e acertos, é melhor tirar o Máximo de proveito dos erros, mais com alegria acima de tudo. Já que tenho que viver entre erros e acertos pelo menos que tenha uma vida boa, ou no mínimo divertida independente das drasticas situações que eu mesmo crio. E já que o passado e o presente a cada dia pra mim estão mais próximos, estou aproveitando e vivendo p...

As calcinhas cor-de-rosas do Capitão

Eu era frio e lógico. Sutil, calculista, perspicaz, arguto e astuto - era tudo isso. Tinha um cérebro poderoso como um dínamo, preciso como uma balança de farmácia, penetrante como um bisturi. E tinha - imaginem só - dezoito anos. Não é comum ver alguém tão jovem com um intelecto tão gigantesco. Tomem, por exemplo, o caso do meu companheiro de quarto na universidade, Pettey Bellows. Mesma idade, mesma formação, mas burro como uma porta. Um bom sujeito, compreendam, mas sem nada lá em cima. Do tipo emocional. Instável, impressionável. Pior do que tudo, dado a manias. Eu afirmo que a mania é a própria negação da razão. Deixar-se levar por qualquer nova moda que apareça, entregar a alguma idiotice só porque os outros a segue, isto, para mim, é o cúmulo da insensatez. Petey, no entanto, não pensava assim. Certa tarde, encontrei-o deitado na cama com tal expressão de sofrimento no rosto que o meu diagnóstico foi imediato: apendicite. - Não se mexa. Não tome laxante. Vou chamar o médico. - C...

Fatos da Vida

Semanas atrás, uma pessoa que eu gostava muito, entrou em coma, e após alguns dias veio a falecer, e o tempo todo só teve uma pessoa do seu lado, sua esposa. E ele precisava de cuidados até para ir ao banheiro, nem andava direito. Pense comigo, e se ele não tivesse ninguém que o amasse de verdade? Eu não iria, toda hora na casa dele só pra levar ele ao banheiro, igual todos da família. E não é que não gostamos dele, na verdade gostamos muito, mais entre gostar e amar existe uma diferença enorme. Estou contando isso a você, para que não se esqueça que a vida passa rápido e não compensa perder tempo com pessoas que não se importam com você, que seja namorado, amigos ou familiares mesmo. Estar do seu lado na hora do rock, isso não quer dizer que a pessoa vai estar também quando realmente precisar. Perca tempo com pessoas que se importam com você, e o amor não está num sorriso lindo, e sim em gestos. espero que você nunca perca a vontade de amar ou de tentar novamente. Autor: And...

Uma mulher perfeita um homem sonhador

Hoje, acordei tentando imaginar como seria uma mulher perfeita pra mim, e vi que ela não precisa ser a mulher linda de se olhar, daquelas que todos admiram e falam dela, eu prefiro uma mulher simples bonita mais não muito bonita. um defeitinho ali e outro aqui não faria mal nenhum, creio que as nossas imperfeições que nos tornam humildes de coração. Não queria que ela vivesse pra cuidar de casa, gostaria que ela fosse independente mais não ao ponto de achar que não precisa de ninguém. Não gostaria que ela sorrisse o tempo todo, pois experimentar a dor também é importante pra vida. São nos momentos ruins que descobrimos quem nos ama de verdade, ou quem não se importa, que ao meu ver, é pior que não gostar. Uma mulher perfeita pra mim, é na verdade cheia de imperfeições, cheia de incertezas, medos, que necessite de alguém pra compartilhar com ela todas as conquistas e derrotas. Uma mulher perfeita pra mim, comete muitos erros, mais que saiba se retratar ou pelo menos mostrar que, ...

Uma história verídica e real

Corri ao mercado para comprar uns presentinhos, que eu não havia conseguido comprar antes. Quando eu vi todas aquelas pessoas no mercado, comecei a reclamar comigo mesma: Isto vai demorar a vida toda, e eu ainda tenho tantas coisas para fazer, outros lugares para ir. Como eu gostaria de poder apenas me deitar, dormir e acordar após tudo isso. Sem notar, eu fui andando até a sessão de brinquedos, e la¡ eu comecei a bisbilhotar os preços, imaginando se as crianças realmente brincam com esses brinquedos tão caros. Enquanto eu olhava a sessão de brinquedos, eu notei um garoto de mais ou menos 5 anos pressionado uma boneca contra o peito. Ele acarinhava o cabelo da boneca e olhava tão triste, e fiquei tentando imaginar para quem seria aquela boneca que ele tanto apertava. O menino virou-se para uma senhora próximo à ele e disse: Vovó, você tem certeza que eu não tenho dinheiro suficiente para comprar esta boneca? A senhora respondeu: você sabe que o seu dinheiro não é suficiente, meu quer...